04 junho, 2009

Ainda da série de não-posts

Gente... Lembrei porque não via a primeira temporada de Supernatural... Em uma só palavra: meeeeedo! É muito monstro-da-semana!

(E, apesar do Sam ser muito menininho, o Dean já era muito... hmmm (momento vamos pensar bem nesse adjetivo para evitar crises conjugais)... é... bom, ele já era muito bom ator e muito boa personagem. É isso...).

Agora, raiva mesmo foi pegar o DVD achando que finalmente ia poder curtir o J.D. Morgan de John Winchester, mas pensa que deu certo? Tinha esquecido que eles passam a primeira temporada procurando o pai :-(

Bom. Juro que daqui a pouco volto a ser uma pessoa séria. Antes disso, ainda falta pôr no lugar as toneladas de livros e textos que passaram temporada na casa da minha mãe...

03 junho, 2009

Velharia

E essa coisa toda de ficar vendo a versão literal de Total Eclipse of the Heart me trouxe lembranças muito velhas, de quando eu escutava Londrina Love Night até à meia-noite só para ouvir a tradução (!) e de bailinhos e namoricos...
E lembrei de "Ruas de Fogo" (se o Jorge e a Ana estiverem lendo, vamos combinar uma sessão de pipoca pra assistir esse filme?). Então, fiquem com "Tonight is what it means to be young".
Eu a-do-ra-va esse filme, gente... E quando o mocinho vai embora e ela está lá no palco? Tudibão!!

Recolhimento

Sei que tinha dito que voltava no dia 2 - o "dia seguinte", já que o dia D mesmo era o dia 1/6. Mas passada a tempestade, tô meio curtindo ficar quietinha, experimentando a deliciosa sensação de leveza de não ter mais um relógio correndo por dentro.
Ontem, como eu tinha prometido pra ele, o Rô não foi pra escola e fiquei por aqui, mimando e lambendo a cria depois de três semanas de ausência (estava na casa da minha mãe, em SJC, pra poder ter jornadas de trabalho de 16h por dia...).
Mas ainda quero escrever com calma, contar de tudo o que aprendi no meio desse caminho, e de como sou grata por tanta-tanta gente querida e companheira na minha volta.
Por enquanto, porém, a única coisa que faço e curtir a família e tentar colocar em ordem uma casa que ficou três semanas aos cuidados dos meninos :-) E, claro, assistir a primeira temporada de Supernatural no meio disso tudo, pra matar as saudades até a próxima temporada... (eles eram ainda mais menininhos, gente! Que vergonha!).
Ah! Para terminar esse não-post, vou dividir com vocês o vídeo que o maridão me mandou ontem e que me fez ficar com dor de barriga de tanto rir: a versão literal de Total Eclipse of the Heart!!!!!

27 maio, 2009

Falta um tanto ainda, eu sei


22 maio, 2009

08 maio, 2009

Intervalo

Queridas e queridos, estou fazendo uma pausa mais que necessária para terminar essa tese.

Volto dia 2 de junho!

Enquanto isso, cuidem-se e - como dizia Fernando Pessoa à Ophelinha - comam, durmam e não percam grammas.

Beijos.

06 maio, 2009

Despedir-se


pro Edu

Acho que eu já sabia disso antes de parir um filho, mas a convivência com o Rodrigo me ensinou muito mais sobre os movimentos envolvidos em desdobrar-se de si mesmo. É quase um parto: por mais que a gente queira, não dá para evitar a dor; o que dá é para acolhê-la como parte do processo e ser paciente com cada fase, cada passo na direção de um renascimento. Porque desdobrar-se é renascer.

Pode ser por uma crise qualquer, pode ser por um momento de transição, pode ser um evento maior como a morte ou a vida...Mas de repente a gente se sente sufocado debaixo da própria pele e o corpo inteiro dói, contido numa casca estreita demais. Os limites ficam tão evidentes que apertam o peito, a alma, a vida. E aí a gente tem que escolher se vai querer manter a mesma casca ou se vai ter a coragem de sair de dentro de si mesmo, arriscando-se até que uma nova forma seja possível. Nem sempre a gente abandona a si mesmo já sabendo onde ir e decidir sair significa enfrentar o mundo e seus perigos armado apenas de uma quase-nudez.

Para desdobrar-se é preciso liberdade. É por isso que às vezes a gente é desajeitado e quebra tudo em volta ao tentar se libertar. É difícil experimentar-se de outras maneiras quando quem está em volta insiste em oferecer o mesmo espelho. Tudo mudou por dentro, e lá vem o outro, com o mesmo olhar de sempre a nos aprisionar.

Bom mesmo é quando o outro é companheiro do nosso renascimento. Quando nos dá as mãos, quando não só acredita que seremos capazes de passar por aquele momento como confia que continuará nos amando, passada a tempestade. Quando divide com a gente o susto da novidade. Se o outro dá essa liberdade e tem essa delicadeza, fica mais fácil abandonar apenas a casca que não serve mais, sem precisar de violência. Com amorosidade, a gente dá a luz a si mesmo sem tanta dor.

Desdobrar-se é também despedir-se de si mesmo; mover-se adiante, cumprir uma etapa, deixar algo pra trás. Com tristeza ou alegria, é despedida. Lenço branco acenando à distância. A gente perde a vida pra ganhá-la, não é mesmo assim o ensinamento bíblico?

"Mulher é desdobrável./Eu sou" (Adélia Prado).

Eu sou.

Imagem: Jen Stark

01 maio, 2009

Kogepan

Então, que eu tinha esquecido do Kogepan até a Ana Lúcia me deixar vários recados hilários n'orkut. É a história de um pãozinho que ficou tempo demais no forno, então ele é queimado e deprimido. Para aliviar a tristeza, ele se embebeda...com leite. Ele tem amigos também, mas pelo que lembro, os amigos também são pães ou docinhos que não deram certo :-(

Nem lembro como conheci, mas quando descobri no youtube passei a gostar mais ainda. Vejam se não é fofo:



PS: Marido, eu juro que tô trabalhando. Só parei para jantar e assistir Supernatural, porque ninguém é de ferro! Beijos procês!

Come to mama, Cass...


(da série "trocadalhos do carilho").

Gente! Esse episódio foi tudibão! Tava na hora mesmo de darem mais espaço pro Misha Collins...O cara é muito bom (e fiquei achando mais ainda agora que o Mauricio me contou o tanto de coisa bacana que ele já fez nessa vida). E não vou falar mais nada para evitar spoilers. Mas quero só ver como é que essa temporada vai acabar.

Imagem: http://www.fanpop.com/spots/supernatural/images/2465743